sexta-feira, 17 de julho de 2009

www.garapaofilme.com.br

Você tem fome de quê??GARAPA


Um soco na boca do estomâgo, esta é a nitida sensação após assistir ao filme "GARAPA "de José Padilha o mesmo diretor de Tropa de Elite e do ônibus 174. É um filme que retrata a fome pela ótico de quem enfrenta este problema no seu cotidiano, pessoas num universo de mais de 900 milhões de pessoas que passam fome no mundo esta pelicula retrata o caso de três familias no interior do Ceára (Brasil), é um documentário em preto e branco sem graça como a miséria no mundo. é a estória real de pessoas, crianças adultos enfim seres humanos que estão fadados a morte porque não tem nada para comer as vezes só a Garapa? VC sabe o que é isso? é uma mistura de agua com açucar que as pessoas comem para engambelar a fome! Nada lindo né... Pois é o filme ainda mostra uma familia a da Sra. Rosa que recebe o bolsa familia e o impacto deste beneficio na vida de uma familia vulnerável, adorei pois aqueles de pança cheia no alto de seus apartamentos que vivem falando mal deste programa de transferencia de renda dizendo que faz parte de um reduto eleitoral; após este filme no minimo irão repensar seus conceitos.

E isso que este filme convida as pessoas a repensarem seus conceitos, quantos seres humanos ainda terão que morrer de fome para que este problema seja de fato enfrentado pela nossa sociedade selvagem. Quantos governos e olha que este atual ;em termos do enfrentamento da insegurança alimentar é o único que está dando conte de mudar algumas realidades neste nosso país tão desigual. Garapa é um documentário que deveria ser transformado em novela das 8 para que todos enxergassem a tristeza de um pai em não ter o que dar de comer a um filho e que encontra na bebida o único consolo por ter sido um pai fraco.

Porém a culpa não são desses pobres diabos e sim de pessoas como eu que vivem suas lindas vidinhas mediocres inconformados com probleminhas basicos que se cessaram logo; muito diferente da fome e da miséria do mundo...

quinta-feira, 16 de julho de 2009

MILK a voz da igualdade


Que eu adoro o assunto diversidade todos que me conhecem sabem...

Tive o prazer de assistir ao filme Milk a voz da igualdade ontem, ele é um drama com genero bibliografico que fala sobre a estória de Harvey Milk, um gay que ousou em 1970 sair do armario, onde na sociedade da época faziam a verdadeira caça as bruxas aos homossexuais com direito até mesmo a prisão.

Milk era um cara que lutou no movimento da diversidade para que os homossexuais tivessem os seus direitos constituidos e respeitados, foi o primeiro politico gay assumido a ser eleito na Califórnia.

É um filme que muita gente preconceituosa deveria assistir e refletir, já que mesmo vivendo no século 21 temos muitas pessoas homofóbicas e que refletem a intolerância a diversidade...

Fica aqui minha dica para um ótimo documentário, inteligente, politico e que nos mostra o quanto a luta por respeito e dignidade passa por pessoas comuns que ousam lutar contra o que está posto e encontram em sua luta muitos companheiros que não perderam a capacidade de se indignar com o conservadorismo tradicional e a luta pela igualdade.

Essa música diz tudo...


Sutilmente

Skank


E quando eu estiver triste

Simplesmente me abrace

Quando eu estiver louco

Subitamente se afaste

Quando eu estiver fogo

Suavemente se encaixe

E quando eu estiver triste

Simplesmente me abrace

E quando eu estiver louco

Subitamente se afaste

E quando eu estiver bobo

Sutilmente disfarce

Mas quando eu estiver morto

Suplico que não me mate, não

Dentro de ti, dentro de ti

Mesmo que o mundo acabe,

enfim

Dentro de tudo que cabe em ti

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Um novo mundo é possivel? Para Schirmmer não!!!!

Brasil. RS. Santa Maria. Capital da Economia solidária, Santa Maria prova que a reinvenção da economia tem mudado a vida de todos os seus habitantes, em poucos anos a solidariedade santamariense mostrou a beleza de um novo modelo de associativismo: a Economia Solidária.
A economia solidária em nossa cidade fez com que a comunidade repenssa-se as formas de combate a fome e encontrasse novas formas de inclusão social, as feiras solidárias, os catadores reciclando, não apenas materiais jogado fora, mas reciclando a cidadania, são alguns dos exemplos da efetividade deste tipo de economia.
Segundo Dom Hélio Hubert bispo diocesano de Santa Maria a economia solidária tem como finalidade promover, divulgar e fortalecer a rede de empreendimentos solidários e também autogestionários, atingindo a pessoa, a familia a comunidade e toda a sociedade. É importante pois abre para o aspecto comunitário, possibilitando mudanças de mentalidade o posicionamento perante a economia e um desenvolvimento que integra mais pessoas e grupos de modo especial os mais pobres e que de certa forma são marginalizados pela sociedade.
Para a irmã Lourdes Dill do Projeto esperança e cooesperança, a economia solidária é um movimento de construção de um novo modelo de desenvolvimento sustentável e contrapõe o capitalismo, a globalização, a concentração de renda e a exclusão social.
A economia solidária é hoje devido ao governo LULA uma politica, através das SENAIs secretária nacional de economia solidária uma alternativa contra o desemprego estrutural, já que a economia solidária hoje organiza o trabalho e não o emprego, dentro deste viés o importante é produzir coletivamente, fazer a auto gestão de seu trabalho e dividir o fruto deste, diferente do capitalismo que concentra o lucro.
A feira da Economia solidária para o nosso ex prefeito da Cidade Valdeci Oliveira que sempre apoiou por entender que esta feira é a consolidação do cooperativismo ,é a consolidação de que é possivel a organização dos trabalhadores urbanos e rurais e que acredita que somente organizados de forma coletiva os trabalhadores poderão construir um novo mundo uma nova sociedade.
Nos dias, 10, 11, e 12 de Julho a Feira da economia solidária estava na agenda do mundo inteiro, já que Santa Maria recebe mais de 200 mil pessoas para participar deste evento.
A nova administração municipal, Schirmmer e Farret de posse de suas atribuições e utilizando a desculpa da Gripe H1n1, cancelou este evento, sendo que já tinham até mesmo autorizado legalmente a feira.
Vejo isto como um tiro no próprio no pé dessa direita fascista, já que nosso municipio atestou não dar conta de possiveis casos desta doença na cidade, os povos do mercosul já haviam sido desconvidados e comprenderam o receio da cidade em receber povos onde está doença já fez bastante vitimas. Mesmo assim a administração municipal boicotou a feira!
Um absurdo ja que este evento movimenta muita gente e projeta nossa cidade para o cenario mundial.
Se a administração barra a FEICOOP deveria barrar todos os outros eventos que terão acumulo de gente na cidade, a gripe é um fato consumado e de algum jeito estamos expostos a ela, mas ao municipio cabe dar conta deste problema de saúde já que ele vem se alastrando diaramente.
Sabemos que esta intervenção e o cancelamento da feira é uma jogada politica do prefeito atual, pois ele não respeita a organização do povo, não respeita os pequenos ele simplesmente passa por cima de um projeto que ja estava consolidado em nossa cidade.
O que vai acontecer? O minimo é a Feira da economia solidária rumar para outro municipio, muitos ja até convidaram por ser simpaticos a este projeto e esta nova visão de mundo, é a administração municipal tentando desfazer tudo de bom que a administração do PT construiu para o povo santamariense ao longo dos oito ultimos anos de governo do PT na nossa cidade.

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Boas noticias para o Serviço Social

Saiu no Jornal o Estadão:

O mercado de trabalho para assistentes sociais vem sendo gradativamente ampliado nos últimos cinco anos no Brasil. “É um reflexo direto da evolução das políticas públicas”, diz a assessora especial do Conselho Federal do Serviço Social (CFESS), Ana Cristina Abreu. É resultado do que Cristina chama de “evolução” das políticas públicas com, por exemplo, a instalação, a partir de 2005, do Sistema Único de Assistência Social (Suas), que, a exemplo do SUS, municipaliza as ações na área.
O impacto do Suas no mercado de trabalho ocorre com a criação de postos de atendimento municipais. Desde 2005, segundo o Ministério de Desenvolvimento Social e Combate à Fome, que coordena os trabalhos, foram criados 5.142 centros de referência de assistência social (Cras) e outros 1.434 centros de referência especializados. Cada um deles emprega ao menos dois assistentes sociais.
Há ainda a ampliação da demanda nos Núcleos de Atendimento à Família (Naf) e nos Centros de Atenção Psicossocial (Caps), na Saúde. O Caps substitui as internações em sanatórios de doentes mentais e é reflexo da evolução na política de atendimento dessa população.
Como o Suas e o SUS municipalizaram as ações, as vagas estão concentradas nas prefeituras, mas há movimentação grande também em autarquias e nos poderes públicos federais. “Um relatório feito por um grupo de trabalho interministerial em 2007 apontava para a necessidade de contratação de 1,6 mil assistentes sociais pelo Instituto de Previdência Social, apenas para garantir acesso da população à reabilitação profissional”, conta a presidente do Conselho Regional de Serviço Social de São Paulo (Cress-SP), Áurea Fuziwara. A Previdência realizou concurso no ano passado, depois de uma lacuna de 30 anos, mas chamou apenas 886, dos 1,6 mil necessários.
Situação semelhante é encontrada no Poder Judiciário - um dos maiores empregadores do setor e o que oferece os melhores salários, segundo Ademir Silva, professor de Política Social da PUC-SP -, obrigado a ampliar as vagas pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
“O estatuto determina a criação de um grupo interdisciplinar, com profissionais como psicólogos e assistentes sociais, que devem subsidiar o trabalho do juiz”, explica Áurea.
Com a publicação no ano passado de uma resolução do Conselho Nacional de Justiça determinando a contratação desses profissionais, foi realizado um concurso público. “O Judiciário, no entanto, ainda não convocou os profissionais alegando falta de recursos”, conta Áurea.
EMPREGO PÚBLICO - Pesquisa realizada em 2005 pelo CFESS mostra que mais de 80% dos então 74 mil assistentes sociais com registro no conselho estavam empregados em postos do poder público; de 6% a 7% nas Organizações Não-Governamentais (ONGs) - um campo de trabalho crescente -; e outros 10% nas empresas privadas, que também estão ampliando as vagas no setor em função da adoção de políticas de sustentabilidade, que envolvem ações de responsabilidade social. O assistente social é, portanto, basicamente um “funcionário público”, e Cristina diz que é assim que deve ser. “Nossa missão é garantir o cumprimento dos direitos do cidadão, conscientizá-lo desses direitos e ajudá-los a se organizar coletivamente. Portanto, o campo de trabalho sempre estará centrado no poder público”, explica.
O conselho deve iniciar uma nova pesquisa nesse sentido, para atualizar os dados, mas Cristina não acredita que essa proporção tenha mudado significativamente, mesmo com a ampliação das atividades de ONGs e das empresas na área. “Teremos, sim, aumento considerável no número de profissionais registrados”, diz.
Até setembro de 2008, o CFESS tinha 84 mil assistentes sociais registrados, sendo 22 mil deles apenas no Estado de São Paulo. “Hoje, esse número deve ter aumentado em pelo menos 3 mil novos profissionais ou mais”, diz.
O número de registros é usado pelo conselho como um termômetro do mercado, já que, para trabalhar, o assistente social precisa dele, por determinação legal. “Em geral os profissionais buscam o registro quando encontram um trabalho”, explica Áurea. Em São Paulo, foram feitos 985 registros em 2004. Em 2008 esse número subiu para 1.445, um aumento de 18%.
O conselho registra também um aumento na oferta de cursos de Serviço Social, especialmente pelas universidades privadas, o que é considerado outro indício de aumento do mercado de trabalho. Na Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU), por exemplo, as matrículas no curso Serviço Social cresceram 122% este ano, em relação a 2008.
PERFIL DO ASSISTENTE SOCIAL - Segundo o manual “A profissão de Assistente Social”, de Ademir Silva, editado pela PUC-SP, este é o perfil do assistente social:
Campo de atuação - É um profissional do setor de serviços, a maioria no poder público. Trabalha no meio urbano, como assalariado. Os autônomos são apenas 1,2% do total. A jornada de trabalho é de 30 horas a 40 horas semanais
Vínculos Empregatícios - 11,07% têm mais de um emprego. A maioria trabalha em instituições públicas: 40,97% municipais, 24% estaduais e 13,19% federais. Nas instituições privadas são 13,19%, e no terceiro setor, 6,81%
Gênero e idade - Cerca de 3% dos profissionais são do sexo masculino, 5% têm entre 20 anos e 24 anos; 25% de 45 a 49 anos; 30% de 25 a 34 anos e 38% de 35 a 44 anos
Religião - 67,65% são católicos; 12,69% protestantes; 9,83% espíritas kardecistas, seguidos pelos demais, dentre os quais 7,92% se declaram agnósticos
Renda familiar - Mais de nove salários mínimos para 37,12%; de quatro a seis salários para 30,53%; de sete a nove salários para 21,95% e até três para 10,4%S

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Fim de semestre

Mais uma etapa na facul, mais uma semana de aulas, provas e trabalhos e logo mais vem JULHO e dia 13 meu aniversário e ai faltaram dois anos para eu ter 30 anos credooo e nem casei nem tive filhos ainda...O negócio é estudar, pq casar tá dificil...Mas parece que a gripe H1N1 chegou em Santa Maria e lá na UNIFRA é só o que se fala, cogitaram até a hipotese de cancelar as aulas e eu até que achei bom não aguento mais acordar cedo nesse frio. Mas to feliz com este semestre aprendi bastante no outro já vou para o estagio curricular, quero fazer bem longe em uma comunidade de preferencia, lá sim o Serviço social pode contribuir de fato para a vida das pessoas e eu gosto de trabalho em vila, não sou como algumas academicas do curso que estão no Serviço social mas não gostam de gente ou de gente pobre... Melhor pra mim.
Mas hoje especialmente fiz uma prova daquelas que se sabe que depende passar ou rodar, ja que exame tem só pra dizer que tem ja que é ainda mais dificil, eu odeio estatistica e espero não ter que refazer a disciplina será a terceira vez ai ja é demais, mas só semana que vem saberemos o veredito. por enquanto vou encerrando meus estudos, terminando os trabalhos e torcendo que chegue dia seis logo ai vou estar em férias, ebaa...